1. Parâmetros gerais
2. Entrada da rota
Quando a origem for direta da OLT, o splitter inicial será ignorado. Quando houver splitter, a outra saída também será calculada.
3. Caixas da rota
| Caixa | Atendimento local | Meta local (dBm) | Distância entre este splitter e o próximo (km) | Emendas no trecho | Conexões no trecho | Conectores de campo | Perda extra (dB) | Perda total do trecho (dB) | Escolha do splitter desbalanceado | Splitter usado | Sinal na entrada (dBm) | Sinal local calculado (dBm) | Diferença da meta (dB) | Sinal após P2 (dBm) | Sinal na próxima caixa (dBm) |
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4. Resultado
| Caixa | Splitter usado | Atendimento | Entrada real estimada | Sinal real nas ONUs | Diferença da meta | Sinal real que segue |
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5. Tabela de perdas
Valores carregados conforme a tabela fornecida. P1 = saída local; P2 = saída que continua na rede.
Splitters de atendimento
| Tipo | Portas | Perda (dB) |
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Splitters desbalanceados
| Nome | P1 – saída local (dB) | P2 – passagem (dB) |
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Como esta versão calcula
O sinal disponível chega à primeira caixa. Para cada caixa, o programa testa todos os splitters desbalanceados cadastrados, calcula o sinal local depois do splitter de atendimento. O automático primeiro procura um sinal dentro da tolerância. Se não existir uma opção dentro da faixa, escolhe o sinal mais forte e mais próximo possível da meta, evitando sinal mais fraco.
Depois desconta a perda P2, a distância de fibra, emendas, conexões, conectores de campo e perdas extras até o splitter seguinte. No final mostra quanto sinal resta para expandir a rota.